Calendário 29/01/2009 - 00:00

Os são-paulinos estavam preparados para se deparar com um jogo difícil contra o Guarani, adversário que havia vencido seus dois primeiros confrontos no Campeonato Paulista, já que durante toda a semana o treinador Muricy Ramalho avisou sobre a qualidade da equipe de Campinas.


Jovem, o time que manteve a base de 2008 abusou da velocidade no início da partida, pressionando os jogadores do São Paulo para que os tricolores se equivocassem ao tocar a bola. O esquema dificultou o jogo no primeiro tempo e fez com que os atletas recebessem uma bronca do comandante.


“O Guarani é uma equipe muito forte do meio pra frente e os laterais vieram com uma proposta de muita correria. Isso dificultou nossa colocação no primeiro tempo e fez com que a gente errasse muitos passes, o que deixou o chefe muito irritado! Caprichamos mais no segundo tempo, tocamos a bola e soubemos aproveitar as oportunidades”, revelou o goleiro Bosco.


Mas o técnico do clube do Morumbi sabia que a correria imposta pelo rival não duraria toda a partida, e na segunda etapa utilizou de seu banco de reservas para dar o golpe que seria decisivo na definição do jogo a favor do Tricolor. As entradas de Richarlyson e Dagoberto, rápidos e cheios de energia, mudaram o rumo do embate.


“O Richarlyson e o Dagoberto entraram descansados em um momento em que o Guarani estava começando a se cansar e a deixar espaços no meio-campo, porque atacava muito. Então, quando eles entraram, nosso time encaixou, melhorou a marcação e também soube aproveitar os espaços, matando a partida”, analisou Muricy.



                 Foto: Rubens Chiri         


                                             


 



 


 

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