São Paulo F.C



26 curiosidades do M1TO no Tricolor

Afinal, todos os títulos e recordes você já conhece muito bem

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Por Rubens Chiri/saopaulofc.net

Neste dia 7 de setembro, Rogério Ceni e São Paulo Futebol Clube completam 26 anos de história em uma relação para lá de vitoriosa e bem-sucedida. Além das inúmeras conquistas, dos tantos feitos e dos incríveis recordes, o M1TO também possui várias passagens peculiares e curiosas pelo clube. Confira, abaixo, uma relação especial de 26 desses casos.

#RC 01

Rogério Ceni chegou a São Paulo para seu primeiro teste no Tricolor em 5 de setembro de 1990. Por desconhecimento da cidade e do trânsito, se atrasou e perdeu a oportunidade. Regressou então no dia seguinte, e sem sorte, não houve testes. No dia 7 de setembro, sexta-feira, enfim, foi aprovado. Pablo Forlán comandava o treino da equipe do São Paulo principal naquele dia e Rogério Ceni, ao entrar junto do também goleiro Marcos, renderam Gilmar e Zetti.

#RC 2

O primeiro par de luvas do goleiro foi da marca Tri Star. O primeiro par de chuteiras: Olimpíadas; Todo o equipamento comprado no Shopping Ibirapuera.

#RC 3

Leonardo, o grande lateral, marcou o único gol que Rogério Ceni sofreu naquele teste/treino. Gilberto Morais, ex-goleiro do São Paulo aprovou Rogério naquele teste.

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#RC 4

Rogério Ceni se consagrou com a camisa 1 do São Paulo e eternizou a camisa 01 para todo o sempre, mas o que poucos sabem é que o goleiro já atuou uma partida com a camisa 10. Foi em 24 de novembro de 2013, quando superou a marca de Pelé de números de jogos disputados por um único clube (1117).

#RC 5

O primeiro automóvel de Rogério foi um Volkswagen Fusca 1976 amarelo-mostarda adquirido em 1992. Uma semana depois Rogério se desfez do carro, um beberrão de óleo, trocando-o por um videocassete duas cabeças, uma TV Telefunken sem controle remoto e um trocadinho em dinheiro. Em 1993, Rogério compra seu novo carro... Um Fusca, novamente. Agora 1973, ano de seu nascimento e de 1700 cilindradas.

#RC 6

Rogério, morando no Morumbi (por quatro anos), tinha poucas diversões: jogava vôlei no social do clube. Já quando a fome apertava, comia no famigerado “Comeu, morreu”, barraquinha de cachorro quente que ficava em frente à Praça Roberto Gomes Pedroza. Na Barra Funda, quando já treinava sob o comando de Telê Santana, jogava tênis com o Mestre como passatempo.

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#RC 7

Rogério Ceni só jogava com meia branca; se houvesse determinação da arbitragem, usava a branca, com a de outra cor por cima.

#RC 8

Em 1999, Rogério decidiu personalizar suas camisas, inspirado nas camisas do goleiro colombiano Navarro Montoya. A primeira versão de sua personalização, desenhada por ele mesmo, Rogério aparecia guiando uma caminhonete. No ano seguinte, em sua camisa Rogério pilotava um avião. Em 2001, a última nesse estilo, Ceni conduzia uma locomotiva.

#RC 9

Em fevereiro de 2006 Rogério foi ao show da banda U2, acompanhado também por Lugano, em um Morumbi lotado, disfarçado. Usando uma peruca estilo ‘black power’ e óculos escuros, ninguém o reconheceu e curtiu o show sossegado.

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#RC 10

Quando Rogério marcou o centésimo gol o clube quis fugir das homenagens convencionais - o que seria mais um troféu na estante de quem já tinha conquistado o Mundo? Com a ajuda de Nando Reis, uma guitarra Gibson SG - semelhante à usada por Angus Young, do AC/DC - foi personalizada com uma placa comemorativa e presenteada (no Morumbi lotado) ao herói são-paulino. 

#RC 11

Em 2007, Rogério pretendia assistir ao show de Roger Waters, mas não pôde pois dias antes o São Paulo perdeu sua invencibilidade de 5 meses ao ser derrotado pelo Necaxa por 2 a 1 no México e o capitão ainda perdeu um pênalti. Sem problemas: o encontro aconteceu, finalmente, em 2012, e a lenda do rock ainda autografou a guitarra que o M1TO recebeu do Tricolor em homenagem ao 100o gol!

#RC 12

Rogério Ceni é dos poucos jogadores em todo mundo a ter jogado profissionalmente em quatro décadas diferentes, Década de 80 (1981-1990); Década de 90 (1991-2000); Década de 2000 (2001-2010) e Década de 2010 (2011-2015)

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#RC 13

A primeira vez que o Tricolor entrou em campo ao som de Hells Bells, do AC/DC, música que marcaria a entrada do time no Morumbi por mais de 4 anos, foi em 8 de setembro de 2010, quando Rogério Ceni foi convidado a escolher a trilha sonora do estádio na comemoração de seus 20 anos de São Paulo FC. A seleção, marcada ainda por clássicos de Metallica, Creedence Clearwater e Pink Floyd, definiu para sempre a vocação roqueira do Gigante Tricolor.

#RC 14

A menor temperatura no qual já atuou em um jogo foi pela Seleção Brasileira, em Moscou, no dia 1º de março de 2006: -18 °C. E Rogério não sofreu gols abaixo de zero.

#RC 15

Em recuperação fantástica, após perder a Libertadores de 2006, Rogério comanda esplêndida reação ao defender um pênalti e marcar dois gols, no Mineirão, empatando um jogo que estava perdido por 2 a 0 contra o Cruzeiro. Mais que isso, nesse dia, 20 de agosto, Rogério entrou para o Guinness Book como o maior goleiro artilheiro da história, em todo o mundo, superando o paraguaio Chilavert no critério de gols marcados em competições. Por esse jogo, Rogério Ceni recebeu nota 10 da Revista Placar em sua tradicional premiação da Bola de Prata (desde 1995, era somente a quarta nota dez concedida).

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#RC 16

Em 1991, ainda júnior, Rogério fez parte da delegação do São Paulo (profissional) que excursionou na China e fez quatro jogos. Era uma equipe mista de profissionais, aspirantes e juniores. Rogério não chegou a ficar nem no banco, mas foi sua primeira excursão internacional.

#RC 17

Rogério estreou pelo São Paulo na partida imediatamente posterior a primeira despedida de Raí (goleada de 6 a 1 no Santos), em 1993 – praticamente o fim de uma era e o início de outra.

#RC 18

O Capitão foi campeão do primeiro campeonato que disputou pelo São Paulo, ainda juvenil, vencendo o Corinthians – Metropolitano de 1990. No primeiro jogo dessa decisão, defendeu inclusive um pênalti, e no Parque São Jorge – foi a única vez, aliás, que jogou lá.

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#RC 19

Consagrado com a bola nos pés, o M1TO curiosamente, em seus primeiros anos de clube, mal sabia chutar um tiro de meta; desenvolveu seu dom com Telê Santana e Valdir Joaquim de Moraes.

#RC 20

Caso Rogério Ceni tivesse viajado de avião para cada uma das 105 cidades que visitou, fora a capital paulista, partindo sempre do marco zero da Sé, a distância acumulada nessas viagens seria de 1.356.148,62 km. Tal distância seria suficiente para dar a volta na Terra, na altura do Equador, 33 vezes e meia!

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#RC 21

Foi relacionado pela primeira vez para um jogo, ocupando o banco de reservas, em 20 de agosto de 1992, no jogo contra o Guarani (0 a 0), pelo Campeonato Paulista.

#RC 22

Com 1237 jogos pelo clube, tendo o São Paulo disputado 5363 partidas em toda a história, Rogério Ceni esteve presente em 23,06% dos jogos! Quase 25% da história do clube, ou ¼ dos jogos! Se Rogério jogou quase 25% dos jogos da história do São Paulo, curiosamente pouco mais de 10% deles jogou de modo consecutivo, e depois dos 37 anos (de 2009 a 2011);

#RC 23

Quase dois milhões e meio de pessoas já presenciaram um gol de Rogério Ceni no estádio. O público pagante das partidas em que marcou gol somado é de 2.489.664 pessoas. Desconhece-se o público de 5 partidas, entretanto. Esse público é maior que populações de países como Namíbia, Macedônia, Eslovênia, Botsuana, Kosovo, Gâmbia...

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#RC 24

E mais de 21 milhões de pessoas já assistiram a um jogo de Rogério Ceni no estádio, com a camisa do Tricolor. O número total exato do público pagante nesses jogos é de 21.174.221 pessoas. Número esse superior às populações da Romênia, Níger, Burkina Faso, Chile, Mali, Cazaquistão, Holanda...

#RC 25

Só no Morumbi, mais de onze milhões de pessoas já viram um jogo do capitão (11.696.899). Quantidade de pessoas superior às populações de Bélgica, Cuba, Tunísia, República Tcheca, Grécia, Portugal, Hungria...

#RC 26

A Cidade no exterior com mais milhas de viagens acumuladas por Rogério Ceni: Santiago (Chile): 56.713,80 km adquiridos em 11 partidas. A mais distante visitada: Yokohama (Japão): 18.581,33 km. E a mais elevada, em relação ao nível do mar: La Paz (Bolívia): 3.750 m.

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