São Paulo F.C



Fatos e curiosidades sobre Hernán Crespo

Treinador argentino foi campeão invicto da Sul-Americana e disputou três Copas do Mundo como jogador

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Por Staff Images / CONMEBOL

Hernán Crespo é o novo técnico do São Paulo e chega ao clube com muita história no futebol mundial. Abaixo, enquanto o treinador ainda não desembarca no Brasil, o site oficial do Tricolor recorda fatos e curiosidades sobre o ex-atacante.

CAMPEÃO INVICTO

No comando do Defensa y Justicia, da Argentina, Crespo foi campeão de forma invicta da Copa Sul-Americana de 2020: foram seis vitórias e três empates, em nove jogos, durante a vitoriosa e inédita conquista do clube argentino. Foi o primeiro troféu continental da equipe, encerrando um jejum de 23 anos sem títulos.

INÍCIO NA ITÁLIA

Crespo é argentino, mas iniciou a sua trajetória como técnico na Itália, onde fez história como jogador. Dois anos após pendurar as chuteiras, pelo Parma, o atacante trabalhou nas categorias de base do clube na temporada 2014/15. No ano seguinte, recebeu a sua primeira oportunidade no profissional: dirigiu o Modena, em 2015/16, antes de retornar ao futebol argentino para comandar o Banfield.

REFERÊNCIAS

Durante a sua trajetória como jogador, Crespo trabalhou com treinadores vitoriosos e renomados do futebol mundial: Daniel Passarella (River Plate e Seleção da Argentina), Ramón Díaz (River Plate), Carlo Ancelotti (Parma e Milan), Sven-Göran Eriksson (Lazio), Dino Zoff (Lazio), Héctor Cúper (Internazionale), Claudio Ranieri (Chelsea), Roberto Mancini (Internazionale), José Mourinho (Internazionale), Marcelo Bielsa (Seleção da Argentina), Jose Pekerman (Seleção da Argentina) e Alfio Basile (Seleção da Argentina).

ARGENTINOS NO TRICOLOR

Crespo será o sexto treinador argentino no Tricolor. O último foi Edgardo Bauza, que comandou a equipe são-paulina em 2016 e avançou até a semifinal da Conmebol Libertadores. Além de Patón, outros quatro técnicos da Argentina dirigiram o São Paulo: Jim Lopes (1953-1954 e 1965), Jose Poy (várias passagens entre 1964 e 1983), Renganeschi (1958-1959) e Tito Rodrigues (1938).

CRESPO NO MORUMBI

Como jogador, Crespo atuou no Estádio Cícero Pompeu de Toledo apenas uma vez: no dia 26 de julho de 2000, na derrota da Seleção Argentina para o Brasil, por 3 a 1, em 2000, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Na ocasião, o centroavante, que na ocasião defendia o Parma (ITA) deu uma bela assistência para Almeyda marcar o gol argentino.

COPAS DO MUNDO

Um dos principais jogadores do futebol argentino, Crespo disputou três Copas do Mundo ao longo de sua carreira como atleta: como atacante esteve presente nas edições de 1998 (na França), de 2002 (no Japão e na Coreia do Sul) e de 2006 (na Alemanha). O então centroavante foi o vice-artilheiro do torneio disputado em território alemão, com três gols, atrás apenas do anfitrião Miroslav Klose, com cinco.

MEDALHISTA E ARTILHEIRO OLÍMPICO

Crespo é medalhista olímpico. Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, nos Estados Unidos, o então jogador conquistou a medalha de prata com a Seleção da Argentina, que disputou a decisão pelo ouro com a Nigéria. Com seis gols, o argentino foi artilheiro da competição, ao lado do brasileiro Bebeto.

CAMPEÃO E DECISIVO NA LIBERTADORES

Ainda jovem, aos 20 anos, Crespo foi campeão da Conmebol Libertadores de 1996. E o atacante foi decisivo na vitoriosa campanha do River Plate. Com dez gols, foi o artilheiro da equipe e o segundo maior goleador da competição, atrás apenas de Antony De Avila, do América de Cali. Os colombianos, rivais na decisão, venceram por 1 a 0 no duelo de ida. Na volta, viram Crespo marcar duas vezes e garantir o título continental do River após o triunfo por 2 a 0.

PARCEIRO DE KAKÁ

Durante a sua carreira como jogador, Crespo foi companheiro de atletas que fizeram história no Tricolor, como Cafu, Kaká e Serginho. Juntos, no Milan, eles disputaram a final da Liga dos Campeões da Europa, em 2005, diante do Liverpool - Crespo fez dois gols nessa decisão, podendo colocar em seu currículo dois gols em final de Libertadores e dois em final de Champions League. Na Itália, também fez dupla de ataque com Amoroso, no Parma, e com Adriano Imperador, na Internazionale.