São Paulo F.C



"A vitória no clássico significa ver um Morumbi cheio"

Rogério Ceni avalia triunfo no San-São e convoca torcida para duelo no próximo final de semana

4476.jpg

Por Rubens Chiri / saopaulofc.net

Assim como o elenco, o técnico Rogério Ceni festejou a vitória no clássico contra o Santos (3 x 1) na noite desta quarta-feira (15), na Vila Belmiro, pela terceira rodada do Campeonato Paulista de 2017. Durante a coletiva de imprensa, o treinador avaliou o San-São e convocou a torcida tricolor para comparecer em grande número novamente no Morumbi e empurrar o time, que no próximo final de semana receberá o Mirassol.

“Fico muito feliz pelo resultado em si. No segundo tentamos dar um pouco mais de velocidade com o Araújo, porque o Neilton estava sofrendo um pouquinho para acompanhar o lado direito do Santos, com o Ferraz que sobe muito. Colocamos Cueva mais aberto de um lado e o Araújo de outro, com o Gilberto mais centralizado. Mantivemos a nossa postura defensiva e  baixamos um pouco a nossa marcação”, avaliou o comandante, que acrescentou.

“Em três jogos, saímos atrás do placar. Conseguimos duas viradas. Se olhar os dados do jogo, você vai ver que era possível. Contra o Audax também tivemos chances reais, mas não concluímos. Os jogadores não têm medo, eles têm coragem para jogar. Eles não se abalam com gol sofrido. Nem hoje aqui na Vila. Quero ver essa coragem nos olhos de cada um sempre”, afirmou.

De acordo com o técnico, o resultado positivo na Baixada Santista trará o torcedor são-paulino para o embate do próximo sábado (18), diante do Mirassol. “Queria ver de novo o Morumbi com 50 mil pessoas. Na descida do ônibus, quando encontra o torcedor... É um 12º combustível. A vitória de hoje no clássico significa ver um Morumbi cheio. Com preço acessível, vamos trazer o torcedor”, opinou o comandante, que também elogiou a postura ofensiva do time são-paulino.

“Nunca conto com número de gols, porque a proposta que tenho na minha cabeça é de um time para vencer. Você corre risco quando joga para ganhar. Você sofre gols. Importante é o encorajamento dos atletas, como tivemos com 11 chances contra o River Plate, na Florida Cup. Se for para jogar para trás, eu abro mão da profissão. Fiquei muito tempo atrás, agora quero jogar mais para frente (risos)”, finalizou.