São Paulo F.C



Luizão, César Sampaio e Alê visitam o CT

Treinamento da manhã foi contemplado por três ex-jogadores da equipe. Artilheiro são-paulino da Libertadores 2005 confia em mais um título do Tricolor

Campeão Paulista e da Copa Libertadores de 2005, o ex-atacante são-paulino Luizão esteve no Centro de Treinamentos da Barra Funda para rever seus antigos companheiros de clube. Atualmente afastado do futebol, ele não descarta a possibilidade de voltar a entrar em campo.

 

"Acabei de montar um negócio relacionado à representação de um produto, mas não descarto a minha volta ao futebol. Se aparecer alguma coisa pra jogar, ainda estou à disposição", disse o ex-camisa 11, que ficou contente em voltar ao CT. "Graças a Deus tenho grandes amigos, aqui é um lugar que joguei seis meses, mas parece que joguei quatro anos. O lugar que mais sinto feliz entre meus ex-clubes é aqui".

 

Com seu nome definitivamente marcado na história do Tricolor por conta da conquista do tricampeonato da Libertadores, Luizão acredita que o time possa vencer mais uma vez o torneio sul-americano. "Essa competição é a mais charmosa da América, todo mundo sonha em ganhar. A torcida se inflama, vai junto com o clube, enche o estádio. O São Paulo cresce muito quando chega o mata-mata e espero que possa chegar mais uma vez ao título", completou.

 

Ao lado de Rogério Ceni, Luizão foi artilheiro da equipe no último título da Libertadores, com cinco gols marcados. Com tanta experiência no campeonato, o atleta tenta dar algumas dicas aos atacantes do clube para se darem bem no torneio.

 

"Na verdade não tem um estilo diferente de jogar a Libertadores. O segredo é dar o melhor de cada um dentro da área. São todos jogadores muito bons como o Dagoberto, o André Lima e o Borges. O Washington chegou à final com o Fluminense, quem sou eu pra falar ensinar alguma coisa a eles. Eles têm é que ficar ligados pra aproveitar aquelas bolas que parecem mortas, mas podem ser decisivas", afirmou.

 

Luizão também tem história no Palmeiras, próximo rival do São Paulo no Brasileirão, clube que defendeu em 1996 e no qual foi Campeão Paulista. Para o jogador, o embate será muito difícil e equilibrado, mas sua torcida será para o clube do Morumbi.

 

"Os dois estão no mesmo nível, o Palmeiras hoje está em momento um pouco melhor devido à classificação na Libertadores, o que anima o grupo. Mas é um clássico, então tudo pode acontecer. Eu torcerei para o São Paulo".

 

Fotos: Site Oficial / www.saopaulofc.net

Jogador visitou seus ex-companheiros e confia no Tricolor contra o Palmeiras

 

 

Agora diretor de futebol, César Sampaio também apareceu na Barra Funda

 

O ex-volante César Sampaio também esteve no Centro de Treinamentos da Barra Funda na manhã desta quarta-feira. O ex-jogador foi ao local para gravar alguns depoimentos dos são-paulinos que servirão para ajudar o Rio Claro, equipe da qual César é diretor de futebol, a se motivar para a disputa das finais da série A2 do Paulistão.

 

 

Alê quase pronto para voltar a jogar

 

O volante Alê, que sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo quando defendia o Cerezo Osaka, do Japão, permaneceu em Cotia realizando sua recuperação, que está em fase final. O jogador veio ao Centro de Treinamentos da Barra Funda nesta quarta-feira para realizar o último teste antes de ser liberado para voltar a atuar.

 

No Reffis, o jovem que ainda tem contrato com o clube até o meio do ano, realizou um teste isocinético e se disse aliviado com o fim do longo período de tratamento.

 

"Não tem jeito, machucou, tem que tratar. O mais difícil é a parte psicológica, porque esse tratamento é algo que cansa fazer a mesma coisa todos os dias. Mas recebi o melhor tratamento possível. Clinicamente estou liberado, falta recuperar a parte fisica e o ritmo de jogo para poder voltar aos campos", disse o atleta, que rompeu o ligamento cruzado anterior e teve que fazer reconstrução de menisco.

 

Nos últimos dois anos, o atleta permaneceu no Japão, país no qual se deu muito bem e ganhou destaque no meio-campo da equipe de Levir Culpi. Alê também tinha como companheiro o analista de desempenho do Tricolor, Wellington Valquer, que permaneceu no país por algumas temporadas.

 

"Meus anos no Japão foram ótimos para a minha experiência, já que eu era titular e jogava na minha posição de origem, como primeiro volante. Foi um começo um pouco complicado, mas com a presença do Wellington lá tudo melhorou, porque nós nos ajudávamos com tudo, com a língua, com o trabalho", completou.

 


O massagista Almir, o analista de desempenho Wellington, Alê e o outro massagista Ailton conversam em frente ao Reffis