São Paulo F.C



Autores dos gols decisivos celebram oportunidade na Copinha

Entrando no segundo tempo, Geovane e Oliveira marcaram os gols que tiraram o Tricolor do empate e deram a vitória sobre o Capivariano

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Por Afonso Pastore/saopaulofc.net

O técnico André Jardine tem mostrado uma tendência nessa Copa São Paulo, a de usar todos os jogadores relacionados para as partidas. Com seis possíveis substituições e sete atletas no banco em cada jogo, o comandante são-paulino apostou, até agora, em todos os garotos que estavam à disposição do jogo, não trocando apenas os goleiros.

Contra o Capivariano, pelo encerramento da primeira fase, não foi diferente. E os jovens que entraram em campo mostraram porque têm tido oportunidades, pois não pararam de lugar e definiram o placar da vitória por 3 a 1 nos acréscimos. Gabriel, que também ganhou uma vaga na equipe titular nesse jogo, abriu o placar no primeiro tempo, mas o rival empatou, e coube a Geovane e Oliveira levarem a vitória para os são-paulinos.

“O nosso jeito de jogar é o de atacar e pressionar sempre, é o que esperamos levar até o fim do campeonato e para toda a nossa vida profissional”, afirmou Geovane, que colocou o Tricolor na frente em um gol olímpico – que o árbitro acabou dando como contra o do goleiro Hudson.

O atacante jura que estava de olho nessa oportunidade, e que bateu o escanteio consciente de que iria surpreender o arqueiro. “Não vou falar que foi sem querer, eu quis fazer gol olímpico, estava de olho no goleiro desde o último jogo. O Hudson estava bem no jogo, mas desde a final brincava com ele pra me deixar fazer um. Tentei e acabou dando certo”, afirmou.

Já o autor do terceiro gol vem de outro tento importante, pela final da Copa RS. No fim do segundo tempo, ele acertou um lindo chute contra o Botafogo, que igualou o placar em 2 a 2 e levou a decisão nos pênaltis – vitória são-paulina e mais um título para a base em 2016. O meio-campista é mais um que comemora a oportunidade dada por Jardine e, claro, o gol que conseguiu marcar depois do contra-ataque fulminante puxado por Bissoli.

“A gente sempre tem em mente que o gol acontece naturalmente, temos que jogar os 90 minutos no nosso máximo para conseguir o que importa, que é a vitória. Eu estava no banco louco para ter uma oportunidade e consegui. Quando vi o contra-ataque rápido, me posicionei bem para ter a chance, e consegui fazer o gol”, finalizou.