Sempre quis ser jogador, por isso entro em campo com alma e coração
Jogador de técnica apurada, Cortez hoje colhe os frutos de uma
longa batalha.
Do modesto bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro, seu
passatempo sempre foi o futebol. Descalço pelas ruas do bairro,
Cortez impressionava a comunidade.
Não teve a chance de conhecer o pai e sua mãe faleceu quando
tinha apenas 12 anos. Por isso desde cedo teve de trabalhar, mas
nunca deixou de sonhar em se tornar um jogador profissional.
Com o apoio da família que o acolheu, Cortez se dividia entre o
trabalho das lotações e os treinos, numa escolinha do Vasco. Até
que um dia, seu amigo Naldo o ajudou. Aos 17 anos começou a
dedicar-se integralmente ao futebol.
Hoje realiza mais um sonho. O primeiro foi comprar uma casa
própria. Agora, no São Paulo, quer firmar-se como um grande
jogador, com títulos e Seleção Brasileira.